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Surfando na Disney Typhoon Lagoon

Surfando na Disney Typhoon Lagoon
13 set 2018

CAPA BRAZILUSA ORLANDO 92Typhoon LagoonComo presente de aniversário, recebi da minha esposa Priscyla, uma manhã de surf na Disney, sim, isso mesmo, o Typhoon Lagoon é um parque aquático do complexo Disney, inaugurado em junho de 1989. Ali encontramos a melhor piscina de ondas da Florida, além de inúmeros escorregadores, corredeira e bóias, mas que ficam fechados durante a sessão de surf.
No verão, existem dois horários que você pode agendar para surfar. Logo cedo, às 6h da manhã, antes do parque abrir ou de tardinha/noite 20h, logo após o parque fechar. Para a sessão de surf, podem participar até 25 pessoas, não necessariamente todos precisam surfar e aqueles que surfam, devem se organizar para dividir 100 ondas, dentre esquerdas e direitas.
Escolhi o surf da manhã e já às 5:30am estávamos todos a postos. Hamilton, Masiero, Felipe e eu junto com nossas famílias, teríamos uma incrível manhã de surf na piscina. A euforia das crianças em saberem que teriam a piscina de ondas só para eles foi contagiante. Só em vê-los com tamanha alegria, já valeu parte dos $1.200 dólares investidos. Naquele momento, uma mistura de ansiedade e prazer tomou conta de mim.
Typhoon LagoonLiteralmente abrimos o parque por volta das 06am. Entramos com equipamentos, body boards, coolers e com as pranchas de surf debaixo do braço. Uma equipe de funcionários e salva-vidas nos apresentaram todas as regras e, em poucos minutos, “o cara” que controla a máquina de ondas nos instruiu como tudo funcionava.
Os adultos fizeram a primeira sessão e depois dividimos as demais com as crianças, inclusive para ajudá-las na remada empurrando-as. Alerta: após apertar o “start”, inicia-se a sessão e a máquina não para até o fim do ciclo das 100 ondas. Um intervalo de cerca de 2 minutos entre uma onda e outra é o tempo que existe para se posicionar, por isso, é muito importante a sintonia dos participantes. No fim de cada sessão, soa um apito para mudar o lado das ondas, se perder uma onda não tem volta ou pausa, ou seja, se perder a onda, respire e se posicione no fim da fila para a próxima.
De dois em dois entramos na piscina e nos posicionamos. Tive o privilégio de surfar a 1ª Typhoon Lagoononda, água parada, cristalina, me posicionei próximo da parede e me concentrei no barulho da máquina que gera a onda. No mar, espera-se o swell olhando para o horizonte, na piscina ouve-se o estrondo da máquina que faz a onda e prepara-se para remada que ela vem… E veio, de repente… Subiu uma linda parede de água que me impulsionou num drop íngrime, uma onda limpa por 9, 10 segundos, que foram suficientes para se firmar nas lembranças da minha vida. Tudo perfeito, a onda, três manobras, a família, o cenário e toda energia envolvida. Foi realmente um presente.
Acreditem, 100 ondas foi mais que o suficiente. Foi uma das melhores experiências desportivas que pude viver, um desejo de criança que o tempo já havia engavetado.
Vos escreve um surfista de alma, um tanto quanto enferrujado (confesso), mas que está a sorrir pelo simples fato de descrever essa experiência e relembrar a alegria que vivenciamos. Compartilhar esse presente com os amigos foi, é e será indescritivelmente mágico, como tudo em nossa vida deveria ser.

“Que Deus me capacite cada dia mais em proporcionar alegria aos que me cercam, pois assim, alegrar-me-ei em dobro.” (Marco Meccia)

Marco Meccia

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